segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O papel das Instituições de Educação Infantil na formação do caráter afetivo, ético, social e político da criança

Partindo do pressuposto de que o primeiro contato social da vida da criança se dá através da família e posteriormente, a escola vem para complementar essa relação, não se pode falar em escola sem abordar o tema família.

A participação da família na educação dos filhos aliada à vida escolar, torna-se cada vez mais necessária para a formação do indivíduo.

Embora a família venha passando por transformações significativas, esta continua sendo a maior fonte de influência no comportamento e emoções da criança.

Já sabemos que é na Educação Infantil que a criança desenvolve suas capacidades físicas, cognitivas, afetivas, ética, estética, de relacionamento interpessoal e de inserção social. Esse período é tão importante na vida da criança que a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), garante a toda criança de 0 a 6 anos o direito à Educação Infantil e, ao Estado, o dever de promovê-lo. Porém, se esse período for frustrante ou traumático para a criança, pode vir a comprometer seu desenvolvimento escolar, social e afetivo.

Com relação aos pais que trabalham, de acordo com os especialistas em educação, a escola é o ambiente mais apropriado para deixarem os filhos, mas não podem transferir para a instituição a responsabilidade de formar o pequeno.

À instituição cabe o papel de conhecer os interesses e necessidades das crianças, buscando saber quem verdadeiramente são, conhecer sua história, sua família, as características de sua faixa etária, além de entender a fase de desenvolvimento em que se encontram.

Também é papel da escola proporcionar à criança pequena um espaço para a brincadeira, interação para que ela expresse suas idéias e pensamentos, dar subsídios para que essa criança encontre afeto e possa utilizar diversas formas de linguagem contemplando sua identidade social e cultural.

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